Mostrando postagens com marcador Grêmio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Grêmio. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de abril de 2010

2027

Com certeza eu já percorri mais de 2000 quilômetros. Se eu contar as tantas vezes que fui e voltei do inter para a capital gaúcha, nem se fala.

O problema é quando saímos do nosso cantinho acreditando que tudo será diferente. Só por que as pessoas são diferentes? Só por que ao invés de Kleiton e Kledir, encontras a Legião Urbana? Ou por que no lugar da Redenção está o Parque da Cidade?

Não se surpreenda caso, dentre corinthianos, flamenguistas e vascaínos, avistar uma cor azul. Um azul, branco e preto. Aquele familiar ar do co-irmão. Tu olhas e pensa: “não é possível, até aqui?”

O pior de tudo, é que mesmo em terras candangas, ele vai te surpreender. Será mais ou menos como um GRENAL depois da derrota do co-irmão na final da Libertadores de 2007. Tu vais devagarinho achando que tá na mão e ...PLUFT! Quando menos espera, sai nocauteada!

Aí, você pensa: “2027 quilômetros da capital gaúcha para a capital federal e continuar com as mesmas armadilhas??”

Só resta a Elis Regina pra me consolar (ou atormentar ainda mais):

“É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais”


domingo, 14 de junho de 2009

O saci, o porco e os mosqueteiros da minha vida


Essa semana o Inter passa por mais uma batalha: encarar a equipe do Corinthians no Pacaembu. Tarefa fácil? Nem um pouco. Díficil? É. Tenho certeza que colocarei em prática todos os palavrões que aprendi em 22 anos de existência e que a mãe do juiz não sairá ilesa.

No entanto, as batalhas contra o Timão não são de hoje. Não. Não me refiro ao recente episódio do Brasileirão de 2005 e a máfia do apito. Eu vou mais longe. Sim, lá nos anos 90, quando comecei a tomar gosto pelo futebol.

Lembram-se quando o Campeonato Brasileiro era conduzido pelo bom e velho mata-mata? Recordaram? Pois é. Foram ainda nesses anos que tive uma simpatia pelos Porcos. Exatamente isso. Sim, foi isso que vocês leram. Eu 'traía' o Saci com o Palmeiras. Se eu tinha cúmplices? Bom, se uma mãe gremista conta como cúmplice, então sim. Sim, eu tinha uma cúmplice. Era ela quem ouvia uma das primeiras paixões: o Viola (foto).

Lembro uma vez em que ele se machucou e ficou fora de algumas partidas. Não sei precisar o ano. Só lembro que morria de medo que ele não voltasse mais aos gramados. Mas eu tinha duas certezas: a paixão pelo Inter e o pavor dos mosqueteiros gaúcho e paulista. Eu pedia a Deus que o Saci e o Porco sempre estivessem bem. Bom, no mínino que os jogadores sempre ficassem bem, mesmo que já tivessem sido eliminados da competição.

Tudo bem, eu confesso que tive uma quedinha pelo Jardel.
Mas um mosqueteiro paulista? Isso jamais! Esse sim, eterno adversário! Em alguns momentos até maiores que o mosqueteiro gaúcho. Não sei explicar. Simplesmente simpatia. Ou algum trauma. Talvez com uma regressão um dia eu descubra porque esse eterno sentimento de vingança contra a equipe corinthiana (contra a equipe, tenho amigos corinthianos que são espetaculares!).

E nesta quarta-feira, dia 17, o sentimento continua. É dia de dar um empurrãozinho para o Verdão na Libertadores (antes eles que o Grêmio!) e gritar com todo o ar do pulmão pelo Gigante da Beira-Rio.





E você torcedor, simpatiza com algum clube fora de seu estado de origem?


Saudações Coloradas!