A estrela do fim de semana foi a estreia do Brasileirão 2009. Agora é a hora de provar que as frequentes goleadas coloradas não aconteceram por acaso.
Apesar de um pouco sofrido, o Inter cumpriu seu papel: garantiu os preciosos três pontos da primeira rodada do Campeonato. A vítima? O 'Timão'! É fato que a apresentação não foi a melhor da temporada. Mas com certeza o golaço de Nilmaravilha será lembrado como um dos mais bonitos deste ano.
Confere abaixo o show do atacante Nilmar.
domingo, 10 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Paciência
Esses três últimos dias ando totalmente sem paciência. TPM? Pode ser. Mas acho que não. Geralmente meus sintomas são insônia e leves dores de cabeça. Por enquanto nada disso apareceu. Acho que são 'crises do mundo adulto'.
Já não tenho mais paciência para coisas de primeiro semestre de faculdade. Choradeiras que eu ouvia no colégio: 'Professora, tu vai colocar isso na prova? Não, né?'; 'Eu sou líder do grupo, eu que mando'; 'Meu noivo me comprou um celular de 700 reais, olha que bonito!'. Uma baboseira e futilidade atrás da outra.
Fiquei um ano (eu disse um ano) longe dos bancos escolares e as pessoas pareciam que ficaram piores como se eu tivesse voltado a estudar 5 anos após o primeiro diploma. Claro que tem aqueles que se salvam e que servem como companhias agrabilíssimas.
Às vezes da vontade de gritar: 'Para o mundo que eu quero descer!'. Mas aí vem uma linda música do Lenine para me contrariar: 'O mundo vai girando/Cada vez mais veloz/A gente espera do mundo/E o mundo espera de nós/Um pouco mais de paciência'. Fico esperando que o mundo não espere tanto de mim. Fico pensando no relógio biológico. Tá, eu sei. Só tenho 22 anos. Só que o tempo passa muito rápido.
O trabalho vai me consumir, terei filhos tarde, não terei tempo para eles, será que irei sustentá-los bem, será que consiguirei dar bons estudos, quando terei um bom emprego. Fico pensando em tudo isso. Tempo de vida? Acredito que a minha geração deva ter 90 anos de expectativa de vida. Só sei que nesses dias não ando com muita paciência...
Já não tenho mais paciência para coisas de primeiro semestre de faculdade. Choradeiras que eu ouvia no colégio: 'Professora, tu vai colocar isso na prova? Não, né?'; 'Eu sou líder do grupo, eu que mando'; 'Meu noivo me comprou um celular de 700 reais, olha que bonito!'. Uma baboseira e futilidade atrás da outra.
Fiquei um ano (eu disse um ano) longe dos bancos escolares e as pessoas pareciam que ficaram piores como se eu tivesse voltado a estudar 5 anos após o primeiro diploma. Claro que tem aqueles que se salvam e que servem como companhias agrabilíssimas.
Às vezes da vontade de gritar: 'Para o mundo que eu quero descer!'. Mas aí vem uma linda música do Lenine para me contrariar: 'O mundo vai girando/Cada vez mais veloz/A gente espera do mundo/E o mundo espera de nós/Um pouco mais de paciência'. Fico esperando que o mundo não espere tanto de mim. Fico pensando no relógio biológico. Tá, eu sei. Só tenho 22 anos. Só que o tempo passa muito rápido.
O trabalho vai me consumir, terei filhos tarde, não terei tempo para eles, será que irei sustentá-los bem, será que consiguirei dar bons estudos, quando terei um bom emprego. Fico pensando em tudo isso. Tempo de vida? Acredito que a minha geração deva ter 90 anos de expectativa de vida. Só sei que nesses dias não ando com muita paciência...
terça-feira, 5 de maio de 2009
Mudança
(CRÉDITO: Stock.xchng)Calma, você está no blog certo. O Damas de Vermelho, finalmente, comunica que agora é verdadeiramente vermelho. Pra quem acompanha o blog desde o início, sabe que ele era rosinha. Na época, era o layout que mais nos agradava.
Como nada é eterno, ou melhor, é eterno enquanto dura, resolvemos modificar. Agora ficou mais 'clean', de fácil leitura. A proposta continua a mesma: amores, desamores, sexo, drogas (as lícitas, como diz lá no subtítulo), rock'n'roll e futebol. Se o post anterior tem algo a ver com isto? Talvez!
Não há nada mais difícil do que sair da zona de conforto.
As Damas de Vermelho querem comodidade? Claro que não! Vermelho é 'força, virilidade, feminilidade, dinamismo. É uma cor exaltante e até enervante. Impõe-se sem discrição. É uma cor essencialmente quente, transbordante de vida e de agitação' (Wikipédia).
E é por isso que continuamos mais vermelhas do que nunca!
Saudações Coloradas
Como nada é eterno, ou melhor, é eterno enquanto dura, resolvemos modificar. Agora ficou mais 'clean', de fácil leitura. A proposta continua a mesma: amores, desamores, sexo, drogas (as lícitas, como diz lá no subtítulo), rock'n'roll e futebol. Se o post anterior tem algo a ver com isto? Talvez!
Não há nada mais difícil do que sair da zona de conforto.
As Damas de Vermelho querem comodidade? Claro que não! Vermelho é 'força, virilidade, feminilidade, dinamismo. É uma cor exaltante e até enervante. Impõe-se sem discrição. É uma cor essencialmente quente, transbordante de vida e de agitação' (Wikipédia).
E é por isso que continuamos mais vermelhas do que nunca!
Saudações Coloradas
segunda-feira, 4 de maio de 2009
De hoje em diante eu vou modificar o meu modo de vida...
(Crédito: STOCK.XCHNG)De hoje em diante eu vou modificar
O meu modo de vida
Naquele instante que você partiu
Destruiu nosso amor
Agora não vou mais chorar
Cansei de esperar, de esperar enfim
E pra começar eu só vou gostar
De quem gosta de mim
Não quero com isso dizer que o amor
Não é bom sentimento
A vida é tão bela quando a gente ama
Tem um amor
Por isso é que eu vou mudar
Não quero ficar
Chorando até o fim
E pra não chorar
Eu só vou gostar de quem gosta de mim
Não vai ser fácil, eu bem sei
Eu já procurei, não encontrei meu bem
A vida é assim, eu falo por mim
Pois eu vivo sem ninguém
(CAETANO VELOSO - SÓ VOU GOSTAR DE QUEM GOSTA DE MIM)
sábado, 2 de maio de 2009
A segunda paixão
(Crédito: Globo.com)Todo mundo tem algo de que gostava muito na infância. Algo que, de uma forma ou de outro, marcou para sempre. Posso dizer que minha primeira paixão foi o Inter. Passei a adorar tu que fosse vermelho e branco. Guardava todos os posteres que saíam na Zero Hora. Roubava do pai a revista do clube (que na época era mais um jornalzinho). Tirava sarro da cara dos gremistas. Meu grupinho de amigos era quase totalmente de colorados.
Só teve um outro esporte que chamava mais minha atenção do que o futebol: a Fórmula 1. O Ayrton Senna virou meu ídolo. Meu exemplo. Minha segunda paixão. Admiração que dura até hoje. Eu não perdia uma corrida. Não entendia muito bem as regras. Apenas torcia.
Jamais esquecerei aquele Primeiro de Maio trágico. Manhã de domingo, 1994. O carro de Ayrton Senna perde o controle. Rezava baixinho para que não tivesse sido nada grave. Não gosto nem de lembrar da sensação de medo do pior. Até que veio a notícia do falecimento. Simplesmente não consegui acompanhar mais as corridas. Não fazia mais sentido. Até fiquei um tempo brincando com meu telefone em formato de carrinho de F1. Deve ter sido um dos primeiros brinquedos que me desfiz...
Ontem completaram-se 15 anos sem meu grande ídolo. Ídolo como poucos, daqueles que não se fazem mais. Ainda bem que tive a oportunidade de, mesmo muito novinha (eu tinha 7 anos quando ele faleceu), poder acompanhar esse fênomeno.
VALEU, SENNA!
Só teve um outro esporte que chamava mais minha atenção do que o futebol: a Fórmula 1. O Ayrton Senna virou meu ídolo. Meu exemplo. Minha segunda paixão. Admiração que dura até hoje. Eu não perdia uma corrida. Não entendia muito bem as regras. Apenas torcia.
Jamais esquecerei aquele Primeiro de Maio trágico. Manhã de domingo, 1994. O carro de Ayrton Senna perde o controle. Rezava baixinho para que não tivesse sido nada grave. Não gosto nem de lembrar da sensação de medo do pior. Até que veio a notícia do falecimento. Simplesmente não consegui acompanhar mais as corridas. Não fazia mais sentido. Até fiquei um tempo brincando com meu telefone em formato de carrinho de F1. Deve ter sido um dos primeiros brinquedos que me desfiz...
Ontem completaram-se 15 anos sem meu grande ídolo. Ídolo como poucos, daqueles que não se fazem mais. Ainda bem que tive a oportunidade de, mesmo muito novinha (eu tinha 7 anos quando ele faleceu), poder acompanhar esse fênomeno.
VALEU, SENNA!
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