terça-feira, 9 de junho de 2009

Nem tudo está perdido

Essa semana é aquela que para todos os lados que você, tá lá, estampado, bem grande: DIA DOS NAMORADOS. Como eu acredito que a melhor forma de encarar essa data quando se está solteira (o) é com bom humor.

Muito melhor estar sozinha do que ter um mala do lado, um relacionamento de fachada (o que infelizmente não é difícil de encontrar, pois muita gente fica junto só pra não dizer que não tem ninguém).

Se estiver sozinha (o) na sexta-feira, aproveite pra ir a um boteco, um pub, um restaurante e PAQUERE. Paquere muito! Abaixo segue um teste pra ver como você está na paquera. Ele é voltado pra mulherada, mas os leitores do Damas de Vermelho podem adaptar pra sua realidade.

http://www.clicrbs.com.br/especial/br/vidafeminina/conteudo,0,3452,Teste-Paquera.html

O meu resultado?

Resultado: (de 14 a 27 pontos)
Paquerar deve ser uma coisa espontânea. Pare de planejar e viva o momento. Talvez você precise provocar algumas ondas no oceano do amor.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Crônica de uma tragédia anunciada

Venho falar de um assunto que nada tem a ver com o tema do blog. É um alerta, uma reflexão, um desabafo sobre a situação pública do país, mais precisamente a zona sul de Porto Alegre.
Hoje, na volta da faculdade, sofri uma tentativa de assalto. A palavra tentativa foi que me proporciounou estar sã e salva relatando o fato a vocês. O elemento, acompanhado de mais 3 "coleguinhas de desocupação" na parte mais escura da rua, pela qual sempre passo (escuridão esta que chamei atenção, ainda no mês de março, por conceitado veículo de comunicação da região) me prendeu com um ganhco no pescoço dizendo: "Não grita! Não vou te fazer nada!".

Bom, como naquele momento tive uma presença de espírito enviada por Deus e meus anjos, fui me direcionando para o meio da rua enquanto tentava escapar dos braços do indivíduo. Pois bem, obtive sucesso na escapada e, acredito que pela movimentação dos carros buzinando, o elemento resolveu desistir. Segui para casa pelo meio da rua, atravessando a rótula até verificar um trecho luminoso que eu pudesse olhar para trás e ver se alguém me seguia. Felizmente, a "barra tava limpa" e continuei caminhando ofegante até chegar em casa.

Após o choro de raiva, liguei para 190 para relatar o ocorrido e solicitar que alguém fosse até o locar averiguar as intenções daquele bando de vagabundos! Pedi que houvesse um policiamento nos horários de retorno (que há fluxo maior) dos estudantes da PUC moradores da região que caminham até suas casas e fui orientada a ligar para o Batalhão da Zona Sul, responsáveis pelas rondas.

Após relatar o acontecido, inflemizmente ouço do Soldado, as seguintes palavras: "Não há número suficiente de viaturas para realizar rondas em determinado horário. Há ocorrências a todo minuto. Tens que contar com a sorte." Claro que isso não é coisa que se diga, mas ao menos ele me questionou se não havia outras possibilidades como pegar mais um ônibus, carona ou que alguém me esperasse num ponto para acompanhar o trajeto. Além disso, sugeriu que me dirigisse ao Batalhão para conversar mais detalhamento com o Major e quem sabe, encontrar uma solução.

Meu estômago ainda tá revirado de raiva. Sempre tomei os cuidados necessários para minha segurança. A ironia é que enquanto volto aos bancos escolares na tentativa de voltar ao mercado de trabalho com uma nova profissão, ou seja, para ganhar dinheiro e não ter que tirar de ninguém; me vejo encurralada. Ou eu gasto mais para meu deslocamento ou terei que "repassar" meu dinheiro aos bandidos para sair de um assalto com vida!

Como não adianta só lamentar, penso agora nas providências que irei tomar. Passarei a pegar mais um ônibus (infelizmente, já rodei 3 vezes na autoescola) para andar apenas duas paradas e já coloquei o telefone do Batalhão da BM mais próximo à minha casa como discagem rápida no celular.

Contrariando a música da Isabela Fogaça, primeira-dama portoalegrense, intitulada "Porto Alegre é demais"; eu digo que Porto Alegre está demais, demais para aguentar tanta violência.
Eu só quero estudar, trabalhar, passear e torcer para o Glorioso sem medo. Será que um dia conseguirei?

Estudo Letras, mas não quero escrever novamente uma 'Crônica de uma tragédia anunciada'. Deixemos isso apenas para Gabriel García Marquez...

O PODER DO FOCO!


Quem disse que um churrasco com a turma de amigos da faculdade, regado a tequila, não pode deixar lições valiosas de vida? Então, num churrasco, onde a noção foi levemente perdida aprendi que o fundamental da vida é manter o foco!

Sim, tudo que podemos querer da vida é só focar e acreditar que é capaz de dar bem certinho. Não vem ao caso como cheguei a essa conclusão, mas essa teoria funciona legaal!

Creio que eu não estou falando nenhuma novidade, mas não entenda esse lance de foco com determinação, falo de foco, realizações a curto prazo. Tipo, quer pegar um determinado cara, foca na idéia, acredita no teu poder e como que por milagre acontece. Quer fugir de algum mala e já não tem pra onde correr, foca na idéia que deveria ter alguma alma caridosa pra te defender dessa fria, e "buuum" ela aparece e ainda te garante uns beijos! Aquele empata foda, que sempre te atrapalha na conquista, foca que ele tem que sumir, e pode ter certeza ele some mesmo!

Foco é ótimo, mas se só o foco não der certo... bom apela pras simpatias alternativas: reza pra lua, põe Santo Antônio de cabeça pra baixo, perfume na bunda, faz promessa... algo vai ter que funcionar. E de boa, se nada disso te ajudar ainda tem a tecnica da egípcia (vira a cara e ignora) que tudo e todos que te ignoram vão passar a te ver com olhos de saudade!

É um churrasquinho num sábado à noite rende mais que muito livro de auto-ajuda...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

SIZE MATTERS?

Perguntinha mais cretina que se pode fazer é: Tamanho é documento? Sempre respondo que depende!

SIM DEPENDE! Sim um apartamento deve ser grande, espaçoso! Agora quando a gente pensa em celular, quanto menor e mais cheio de coisinhas melhor é!Bolsa de mulher, quanto maior e cheia de compartimentos melhor!

Por isso que eu falo que depende, qual a finalidade do que está em discussão é o que indica se tamanho realmente importa! E na boa, tem coisas que jamais ficariam bem grandes: imagina ter que carregar um pendrive grande e pesado na bolsa? Imagina fones de ouvido gigantes, no mínimo desconfortaveis! Brincos para o segundo furo, grandes ficam estranhos. Calcinhas muito grandes são broxantes!

Estojo de maquiagem, necessaire, mala, salto alto, conta bancária... tudo isso se não forem grandes fica no minimo ruim de sobreviver! auhuahuah

Agora existem coisas que devem ser exatinhas como anel, camisinha, sutiã... E falando sério, você deve ter pensado muita coisa maliciosa que eu sei, quanto a isso a minha opinião não importa o tamanho da varinha e sim a mágica que ela é capaz de fazer!

E tenho dito!
(Colabores com o texto: Carol Barbieri e Pablo Abraham)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Qual o seu carma?

Se há uma dúvida que persiste na minha cabeça é sobre o real significado de carma. A maioria das pessoas acredita que o carma é quando um indivíduo está predestinado a isso ou aquilo. Na verdade, dizem aqueles que dominam o assunto, o carma nada mais é que impulsos que nos motivam a determinadas ações.

Carma significa exatamente o contrário: "pagar por algo que se fez". Em sua distante origem - no sânscrito, uma língua ancestral já extinta -, carma queria dizer "ação: Ou, por extenso, "tudo o que nos acontece é o resultado de algo que fizemos". Este termo, na física, é equivalente a lei: "Para toda ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário". O nosso carma, então, não é um aleatório jogo de sorte e azar: é uma simples questão de causa e efeito. Tudo o que está acontecendo agora é o resultado direto de decisões que tomamos no passado, mesmo que não nos lembremos delas, ou que, na época, as tenhamos considerado irrelevantes.

Confesso que sempre acabo relacionando o carma à destino. Se algo dá errado, fico tentando encontrar explicações, achando que o cara lá de cima já escreveu como as coisas devem correr aqui na Terra. É bem verdade que este pensamento vem quando o assunto é o campo amoroso. Parece que quando uma relação teria tudo pra dar, um elemento alheio á minha vontade faz com que simplesmente não dê. E quando eu digo "não dar certo" é pra amenizar, já que em várias situações os potenciais conjuges se tornam, de um jeito ou de outro, amigos.

Alguns amigos dizem que tenho "dedo podre", como se fosse eu escolhesse justamente aqueles que sei que, por um motivo ou outro, vai me deixar na mão (no sentido mais púdico da expressão, por favor!). Confesso que, em grande parte das vezes, acabo escolhendo o mesmo, digamos assim, perfil. O seguinte da fila quase sempre tem algo semelhante ao anterior: o ramo profissional/acadêmico, o time de futebol, a cidade em que nasceu/cresceu, etc. Eu poderia ficar até o Natal enumerando diversas 'coincidências'.


Mas se o carma é então uma relação de causa e efeito, então o que foi que fiz para ainda não ter encontrado uma relação consistente? Srá que cometi algum erro grave em vidas passadas? Será que fui uma esposa perversa e pouco merecedora do amor de um grande homem? Pior, será que pisei, maltratei mais de um homem?

Na tentativa de encontrar uma explicação para isso, encontrei um site em que é possível descobrirmos nosso carma através da Numerologia. DIVIRTA-SE:


http://www.reporternet.jor.br/descubra-o-seu-carma/

O meu carma:


Se tivermos poucos ou nenhum número 2, faltou-nos, no passado, tato, cooperação e diplomacia. Não nos preocupamos em poupar tempo ou economizar dinheiro. Por herança, somos agora tímidos e solitários. Por isso, devemos aprender a trabalhar com os outros e precisamos adquirir paciência e cuidado com os pormenores.

Confesso que num primeiro momento sou um tanto quanto tímida. Adoro falar, falar e falar. mas só depois que conquisto certa intimidade.

Se tivermos poucos ou nenhum número 7, faltou-nos, em vida anterior, o entendimento entre o mundo espiritual e o material. Resisitimos a seguir nossa intuição. Agora, temos que treinar nossa mente, antes de tomar decisões precipitadas e nos voltarmos para o nosso interior. Devemos buscar um pouco de religiosidade.

Faz muito sentido. Tenho uma ansiedade do tamanho de um elefante.


Se tivermos poucos ou nenhum número 8, faltou-nos, no passado, capacidade e eficiência para realizar negócios comerciais. Temos de aprender a mexer com dinheiro de forma racional e lhe dar seu devido valor. Isso porque nosso carma nos colocará, com freqüência, diante de desafios ligados a finanças.

Outro tópico real. Na infância, início da adolescência, desperdiçava pacas. Hoje tenho conseguido administrar bem melhor a grana.